vector face portrait - Cristina Scabbia, originally uploaded by samuelviani.
Inspired by the music “Wave Of Anguish” from Lacuna Coil.
Photography of Cristina Scabbia: www.go4celebrity.com
Artwork inspired in Alberto Seveso.
vector face portrait - Cristina Scabbia, originally uploaded by samuelviani.
Inspired by the music “Wave Of Anguish” from Lacuna Coil.
Photography of Cristina Scabbia: www.go4celebrity.com
Artwork inspired in Alberto Seveso.
my first hdr image, originally uploaded by samuelviani.
My first HDR image using only one jpg photo and creating the another 2 exposures in photoshop and tone mapping in photomatix.
- BEFORE (normal photo)
- AFTER (hdr photo)
Interesting process:
- Define
- Research
- Ideate
- Prototype
- Choose
- Implement
- Learn
http://en.wikipedia.org/wiki/Design_thinking
http://www.stanford.edu/group/dschool/big_picture/design_thinking.html
Here are a great article about this process (in portuguese):
http://www.ccsp.com.br/ultimas/noticia.php?id=31527
A short film by Tim Burton, 1982.
Narrated by Vincent Price.
This video was for Grindhouse trailer competition.
by Oh, Hello: www.ohhello.tv
Animation for Valentine’s Day, by pysop: www.psyop.tv
Music: “Love in My Pocket” from VHS or Beta band.
This guy from London have a nice project.
Check his work: http://www.flickr.com/the_decapitator
A expressão “Menos é mais” se traduz em um conceito que é bastante utilizado pelos melhores designers. Percebemos isso mais facilmente no design industrial. A escola alemã de arte, design e arquitetura Bauhaus utilizou muito bem este conceito, sempre projetando objetos funcionais como obras de arte, apenas com o essencial para a funcionalidade necessária. A Bauhaus trouxe ao mundo o Modernismo no design e na arquitetura.
“A palavra minimalismo se refere a uma série de movimentos artísticos e culturais que percorreram diversos momentos do século XX e que preocuparam-se em se exprimir através de seus mais fundamentais elementos, especialmente nas artes visuais, no design e na música. Em outros campos da arte, o termo é usado para descrever as peças de Samuel Beckett, os filmes de Robert Bresson, os contos de Raymond Carver e até mesmo os projetos automobilísticos de Colin Chapman, entre outros.”
Utilizar este conceito em um projeto de design às vezes não é tão simples quanto parece ser na teoria, pois é muito mais fácil poluir uma criação com vários elementos sem sentido e função do que retirar o que for desnecessário e deixar apenas o essencial e conseguir deixar a criação bela e principalmente funcional.
Este conceito está bastante relacionado à cultura de um lugar. Alguns países já possuem um determinado tipo de cultura/educação que levam ao entendimento e aceitação mais natural deste tipo de design. Por isso, às vezes, é tão difícil explicar este conceito à um cliente que insiste em poluir o trabalho do designer, tentando colocar elementos em qualquer espaço “vazio” (em branco) que ainda existir na peça. É também tarefa do designer tentar contornar esta situação explicando que os tais “espaços vazios” fazem parte da criação.
O mundo já está poluído demais visualmente em todas as mídias. Devemos sempre tentar alcançar o design minimalista quando possível para que tudo flua melhor visualmente e funcionalmente. Claro que existem casos em que a idéia é o oposto do design minimalista, mas quando é assim, também devemos saber como direcionar a criação, pois encher de elementos uma criação é tão difícil quanto reduzir ao mínimo e essencial.
Para falarmos sobre o papel das referências e de um repertório no trabalho do artista, devemos primeiro contextualizar em que época estamos falando.
A arte feita até o século XIX está inserida em uma época muito diferente da atual. Para o artista daquela época era difícil ter referências e repertório para se criar. Suas referências e repertório eram o que eles viviam em suas cidades, era o que poderia ser visto na natureza, pois o acesso às obras de outros artistas era mais difícil. Os artistas desta época pintavam geralmente com o propósito da representação (realismo¹).
Já em nossa época isso muda completamente. Após a revolução industrial o mundo se transformou bastante e continua em uma mudança frenética, a era pós-industrial já acabou em países de primeiro mundo e estamos vivendo isso.
Hoje, um artista pode conhecer a obra de todos os artistas. Através do computador, livros ou indo até uma galeria de arte. Existem muitas escolas de arte também. Isso faz com que as referências e o repertório do artista sejam enormes e as possibilidades de aumentar esse repertório são infinitas.
Mas isso acaba deixando alguns artistas menos originais do que antes da Revolução Industrial, pois suas obras podem “carregar” um pouco das referências que ele tem (seu repertório). Justamente devido às inúmeras possibilidades que o artista de hoje dispõe para conhecer todo tipo de arte, vivenciar e absorver todo tipo de informação, ele acaba criando algo com muitos vestígios de outros artistas.
Portanto, cabe ao artista filtrar estas referências e tentar fazer algo original em suas obras.